sábado, 6 de dezembro de 2008

Diário de bordo 20: Show do REM no Via Funchal 2




















Amplificadores ligados e o bom rock de guitarras ecoou pelos quatro cantos do Via Funchal. O REM é poderoso ao vivo, o que perde em peso na audição do CD e se consegue na audição do DVD é suplantado na audição in loco.

Quem curte rock sabe: ouça no volume máximo! E os garotões de cabellhos grisalhos com o carequinha ao microfone atendem ao pedido com altos decibéis. Iniciam com o repertório do novo CD que em Sampa já está na cabeça, bocas e corações dos fãs presentes. Em seguida, um após outro, os sucessos vão se substituindo com a força de um tsunami sonoro.

Toda a história da banda é cantada e tocada com maestria, desde a fase cult até o mainstream, a força das canções confirmam que estamos diante de um dos melhores nomes do rock contemporâneo.

As projeções são um show a parte, o interessante foi ver no telão de alta definição a chamada em bilhetinhos escritos em português: vocês querem mais REM? Nào estou ouvindfo vocês"!


O retorno teve direito a camisa da seleção brasileira de futebol e muito som de primeira linha. Destaque para a simpatia do guitarristra de apoio, que tinha um fã clube que não parava de louvá-lo; a alegria do baixista Mick Mills e a elegância do vocalista Michel Stipe. Peter Buck, o guitarrista, toca muito, mas é carrancudo pacas e o baterista novo toca como músico contratado, nem compromete, nem aparece.


Esse ficou na memória, voltamos para casa sublimados!

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