quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Diário de bordo 21: Volta ao Recife


Chegada a hora de voltar ao Recife. A Márcia nos levou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos para o nosso embarque.


Antes disso, o check in na GOL, um lanche rápido e uma parada na livraria: comprei uma Guitar Player já que queria entrar no clima da volta aos ensaios, pois o show do REM tatuou isso em minha mente.




Eu e o Helder no avião esperando a decolagem. Entre leituras e audições de nossos MP "alguma coisa" player chegamos em paz, mortos de saudades de casa e com muita coisa atrasada para botar em dia! Eita, vidão! kkkk






Diário de bordo encerrado, até a próxima decolagem!

sábado, 6 de dezembro de 2008

Diário de bordo 20: Show do REM no Via Funchal 2




















Amplificadores ligados e o bom rock de guitarras ecoou pelos quatro cantos do Via Funchal. O REM é poderoso ao vivo, o que perde em peso na audição do CD e se consegue na audição do DVD é suplantado na audição in loco.

Quem curte rock sabe: ouça no volume máximo! E os garotões de cabellhos grisalhos com o carequinha ao microfone atendem ao pedido com altos decibéis. Iniciam com o repertório do novo CD que em Sampa já está na cabeça, bocas e corações dos fãs presentes. Em seguida, um após outro, os sucessos vão se substituindo com a força de um tsunami sonoro.

Toda a história da banda é cantada e tocada com maestria, desde a fase cult até o mainstream, a força das canções confirmam que estamos diante de um dos melhores nomes do rock contemporâneo.

As projeções são um show a parte, o interessante foi ver no telão de alta definição a chamada em bilhetinhos escritos em português: vocês querem mais REM? Nào estou ouvindfo vocês"!


O retorno teve direito a camisa da seleção brasileira de futebol e muito som de primeira linha. Destaque para a simpatia do guitarristra de apoio, que tinha um fã clube que não parava de louvá-lo; a alegria do baixista Mick Mills e a elegância do vocalista Michel Stipe. Peter Buck, o guitarrista, toca muito, mas é carrancudo pacas e o baterista novo toca como músico contratado, nem compromete, nem aparece.


Esse ficou na memória, voltamos para casa sublimados!

Diário de bordo 19: Show do REM no Via Funchal

Nem acreditei, mas aconteceu. Estávamos lá em uma das casas de show mais badaladas no país esperando a maior banda de College Rock do mundo.
Antes de ligarem os amplificadores e as luzes, registramos a presença, é claro! Ingressos na mão, eu e o Helder (baixista da Thorn) esperávamos os cinquentões americanos.
Informo que é raro gostarmos de bandas americanas. pois as inglesas são sempre nossas preferidas, mas o REM sempre foi uma maravilhosa escolha a fazer.