quarta-feira, 25 de junho de 2008

Todo carnaval tem seu fim

Por mais que deseje-mos, "o pra sempre, sempre acaba"! Essa parece ser a tônica em nossa existência terrena. Talvez, sob uma pespectiva de existência espiritual, possamos chegar a fechar os ciclos que deixamos em aberto pelo caminho, contudo, essa se torna uma tarefa hercúlia para seres meramente humanos, entenda-se humano aqui como aquele que está no corpo, padecendo de suas limitações.

Frases ditas são como flexas atiradas ou pedras arremessadas, não nos permite controlar seus efeitos. Mesmo que repletas de boas intensões, padecem da necessária e problemática tarefa de interpretação de seu intelocutor, o que faz de qualquer emissor apenas um expectador.


Ficam as lembranças, no que elas tem de melhor e de pior; fica o vazio, que se de um lado desampara, por outro abre leques de novas oportunidades; todas incontroláveis a priori, sem garantias, tão humanas.


"Todo carnaval tem seu fim", parece ser o nome perfeito para a imperfeição humana desse post.


Boa sorte para todos nós, simultaneamente esquecedores e esquecidos!

2 comentários:

  1. Vixe, Pablito...aconteceu alguma coisa?

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  2. kkkkkkk aconteceu, estamos vivendo e tomando consciencia de nossa finitude kkkkkkkkk só isso amiga. bjos

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