segunda-feira, 24 de março de 2008

Retorno ao mundo musical




Informo que retornei os ensaios com meu projeto musical em inglês (thorn), o mesmo foi pensado em 1989, enquanto cursava o último ano do ensino médio em Recife/PE.




Trata-se de um som influenciado por guitar bands inglesas dos anos 80/90 que flertam com a eletrônica, produzindo um som denso, contudo, dançante.




As letras são metafóricas e tratam de temas inerentes aos milenares questionamentos humanos.




Estruturamos a formação em Caruaru/PE no ano de 1990, contando comigo (composição, arranjos, voz, violão e guitarras), Helder Anjos (letras, arranjos e baixo) e Gil Moura (arranjos e bateria).




Gravamos demos durante a década de 90 e em 2003 registramos a produção das mesmas no EP Shadows (and other things of the night), contendo 5 faixas (It`s the time, Darkness, The love is dead, Blind e Never), no aguardo para ser lançado oficialmente.




Continuei compondo até hoje e tal produção tomará forma em um CD com 12 faixas, intitulado Cosmograph, com previsão para 2009.




Estamos tentando encontrar a complementação da formação com dois guitarristas (Alessandro Falcão e outro em teste) , um tecladista (Mozart) e um programador (DJ em teste).




Shows em breve.




Aguardem e confiram!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Sloterdijk e o Humanismo


Qual a essencia do ser humano?


São os animais sapiens embrutecidos transformados por um processo de domesticação em homens sapiens polidos?


Ou são os segundos criados por um processo de modificação seletiva das características dos primeiros?


De onde emanam as regras administrativas dos parques humanos?


Há diferença de grau ou de espécie entre seres administradores e seres administrados?


Se o processo de criação/domesticação parece falir diante da proposta de criar seres polidos ou domesticar seres embrutecidos na atualidade, o que por em seu lugar?


Ainda há diálogo possível entre as individualidades contemporâneas, propisciadoras de uma pulverização ética, contrária a manutenção de um ambiente de parque?


A antropotécnica irá substituir a literatura humanista nesse papel seletivo? Quem serão os selecionados, quantos ficarão de fora?


Essas são algumas das indagações ácidas do filósofo alemão, professor de Estética e Filosofia na Escola Superior de Artes Aplicadas da cidade de Karlsruhe, formuladas em 1999, na Baviera, durante uma palestra sobre o diagnóstico heideggeriano da crise do humanismo.


Leitura obrigatória!