sexta-feira, 12 de outubro de 2007

ÍntimoEncontroEmEspaçoPúblicoPrivatizado


Todo instinto nega-se a render-se às rédeas da razão e no momento em que surge tende a privatizar o que é público, como se a nau do tempo lançasse âncora em uma praça qualquer e o seu espaço verde e agre ganhasse paredes, portas e chaves, como se todos os olhos fitassem horizontes além de nós, como se a invizibilidade nos cobrisse a ambos e nada mais importasse além do seu, do meu, do nosso sentir! Amotelhetbmeuzamô!

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