domingo, 20 de maio de 2007

Boventura e o fado de pentecostes


A obra do professor luzitano Boaventura de Souza Santos é a inspiração para o título deste blog, ela também intitula um artigo jurídico desenvolvido por nós no Mestrado em Direito do PPGD/UFPE em 2007, com o qual batizamos essa postagem. Os pontos principais de suas reflexões são: o contexto de dupla influência paradigmática (modernidade e pós-modernidade), a superação da dicotomia epistemológica moderna (senso esclarecido apartado do senso comum) com o conseqüente renivelamento do discurso e a tomada de consciência dos limites da racionalidade moderna. Participar de discursos diversos, eis o desafio lançado pelo fado do professor português. A foto acima foi tirada na UFPB/Faculdade de Direito da Paraíba em 2006, celebrando o lançamento da obra "A gramática do tempo: para uma nova cultura política", após a assinatura do compromisso para o ingresso do autor no corpo editorial da Revista Eletrônica da ASCES/Faculdade de Direito de Caruaru/PE, ele autografou os exemplares de meu acervo pessoal. Um sonho realizado!

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